
Informativo de arte, filosofia e
literatura, edição 2, ano I
Almanáará
Bio
Dona
Sophia Trovadores
Pantheon
Vaza-barris
Nóis
Tabernáculo
Almanáará.
Chegou a estação das chuvas e as primeiras sementes foram lançadas à
terra. O que colhemos agora são os primeiros vivos frutos e as primeiras
parcerias. Muito foi dito a respeito de nosso trabalho, opiniões de muito boa
gente e de muito boa vontade. Pois sim, reafirmamos: é para você que
trabalhamos. Nesta segunda
edição, confirmação primeira do grito munchiano inicial, nos dedicamos um
tanto mais detidamente à libido, ao prazer, ao sexo, ao culto à sagrada luxúria,
trazendo um pouco mais da literatura de unhas em brasa, tanto feita em casa
quanto fora: a começar pelo nosso queridíssimo Dr., o Zé Bezerra, o Gomes, figura perene em nosso Pantheon, com fragmentos do seu
belíssimo Por Que Não Se Casa,
Doutor?. Em seguida, Vaza-Barris,
a se derramar pelo doce e sagrado erotismo, com experiências poéticas de
entrepernas de alguns amigos. No Tabernáculo, por sua vez, está um dos
mais fantasiosos poetas sacanas da literatura portuguesa, escrachado Bocage. No espaço que dedicamos a Nóis, cum licença da má palava, sexo, silêncio
e morte – por trás de tantos outros elementos – são o fio de Ariadne do conto A Noite de Quíron. Ainda há também um espaço dedicado ao
nosso bom baião, ao nosso bom balanço, com o rei Luiz – mais importante que o XV, da
França – e também os bons rapazes dos anos 90, retomando o espaço da música
nordestina nessa tal de MPB – Música Porreta de Boa – na coluna Trovadores. Enquanto o companheiro
Aldenir Dantas aparece para nos dar informações preciosíssimas acerca das pedras
paralelas, ou paralelelas, como
preferirem. É assim então que nos
trazemos para esta segunda edição, transbordados de sexo e casa, de volúpia e
chão.
Que seja.
Almanáará.
Almanáará
Bio
Dona
Sophia Trovadores
Pantheon
Vaza-barris
Nóis
Tabernáculo
almanaara@hotmail.com

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- Almanáará
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